Essa entrevista será publicada na próxima edição da Kerrang! que estará à venda no dia 8 de Fevereiro.
5 minutos com Gerard Way
Você tocou no BDO na Nova Zelândia antes de vir para a Austrália. Você sabia que tem uma rua lá chamada “Gerard Way”?
“Já ouvi falar disso. Uma vez no Reino Unido uma fã me deu uma placa de rua com o meu nome nela que tinham roubado de uma rua do subúrbio. Aparentemente há algumas delas por aí.”
Como estão as coisas hoje em Sydney?
“Nós voamos pra cá ontem então acho que ainda estamos tentando nos acostumar com o fuso e quando temos tempo livre nós fazemos sempre o mesmo. Na verdade se apresentar com umidade é algo realmente difícil. Você sente que está lá por horas, mas na realidade faz apenas meia hora.”
Como esse BDP foi, comparado à última vez?
“Acho que dessa vez há menos competitividade, o que é interessante.”
Competitividade da platéia ou de outras bandas?
“Eu não gosto de me detalhar muito nisso, é bem chato. Da última vez que viemos, havíamos feito Black Parade mas ainda éramos uma banda relativamente nova para criar um álbum como aquele e tinha muita coisa nas notícias. Tudo era fofoca em termos de perigos do tipo de música que fazíamos, e o tipo de roupas que vestíamos e o tipo de pensamento que tínhamos e tudo isso estava à tona quando viemos para o Big Day Out. Havia bastante violência na platéia, fãs apanhando, muitas notícias sobre isso. Mas sabe o que era ótimo sobre isso? Os fãs continuavam aparecendo vestidos de preto. Tudo isso não está acontecendo dessa vez, o que é ótimo.”
Na próxima semana: Mais da entrevista da Kerrang! com Gerard Way sobre o futuro do My Chemical Romance.





